Wagyu certifica “Kobe Beef”

Atendendo exigências de restaurantes como o Aizomê e o Tessen, em São Paulo, a Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Wagyu lançou durante um encontro na Fazenda Angélica, em Americana (SP), dois selos para diferenciar a carne de animais puros e cruzados com outras raças.  “Muitos restaurantes servem carne do Wagyu, mas não exigem certificação. O que estamos fazendo é criar um elo entre produtor e restaurante, garantindo o fornecimento de uma carne 100% rastreada e certificada, seja de animais puros ou cruzados”, afirmou o presidente George Gottheiner.A Fazenda Angélica é uma das principais referências no fornecimento de cortes da raça, concentrando o maior rebanho do Brasil (cerca de 500 bovinos), com abate exclusivo de animais puros “O Wagyu puro exige cerca de 300 dias em confinamento até chegar ao ponto desejável de marmoreio, além de investimentos na alimentação e outras tecnologias, razão pela qual sua a carne é mais valorizada”, diz o proprietário, Daniel Steimbruch, que está verticalizando a produção e deve inaugurar, no primeiro semestre de 2018,  um entreposto de desossa.

Da redação

Sobre Luis Guilherme

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Luis Guilherme Zenga, Jornalista, 20 anos com passagens por diversas editorias desde Área Têxtil, Moda, Beleza, Cidades, Entretenimento e há 10 anos apaixonado pela editoria de Gastronomia e Turismo. Criei o Conceito de Luxo Magazine, por ter a cobrança de meu leitor em dar a minha opinião pessoal sobre as matérias que escrevo nos veículos que atuo.

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